Wanderlust #33 Bósnia e Herzegovina

Por motivos de viagem, o Wanderlust não foi ao ar na Segunda, como de costume, mas sim hoje. Desde já pedimos desculpas!

Nós já falamos de outros países dos Bálcãs por aqui: já falamos da Croácia, da Eslovênia, de Montenegro e também da Macedônia. Hoje o lugar escolhido é a Bósnia e Herzegovina, um dos países que resultaram da dissolução da antiga Iugoslávia.

CURIOSIDADES

Capital: Sarajevo

Língua: Bósnio, Croata e Sérvio

Moeda: Marco convertível (BAM)

Área: 51,197 km²

População:  3.871.643

O país é composto por duas entidades politicamente autônomas: a Federação da Bósnia e Herzegovina (federação croato-bosníaca) e a República Sérvia ( República Srpska).

O país divide fronteiras com a Croácia, a Sérvia e Montenegro.

Geograficamente, o país é dividido em duas regiões que compõem o nome do país: ao norte temos a região da Bósnia, uma região montanhosa coberta por densas florestas, enquanto ao sul temos a Herzegovina, caracterizada pela presença de montes rochosos.

As principais etnias do país são os Bósnios, Croatas e Sérvios. As religiões variam dentro desses grupos étnicos: os Bósnios são predominamente islâmicos, enquanto os Croatas são católicos romanos em sua maioria e a maioria dos Sérvios são cristãos ortodoxos.

A maior cidade do país é a capital Sarajevo, com cerca de 460 mil habitantes, localizada no centro-sudeste do país.

O nome Bósnia vem da palavra euroindiana Bosana, que significa água. Faz sentido, uma vez que grande parte do território possui belos lagos, cachoeiras, rios e até um pouquinho (uma costa de 26 km) do Mar Adriático.

O ponto mais alto da Bósnia é a montanha Maglic, com 2386 metros acima do nível do mar, localizada no parque nacional de Sutjeska (parque nacional mais antigo do país).

Foi o local de uma guerra relativamente recente, que durou de 1992 até 1995, causada por uma combinação complexa de fatores políticos e religiosos: o fervor nacionalista, crises políticas, sociais e de segurança que se seguiu ao fim da Guerra Fria e a queda do comunismo na antiga Iugoslávia. O número de mortos na guerra foi inicialmente estimado em 200 mil, porém diversas estimativas variam significativamente.

Em 1995, durante a guerra da Bósnia, houve um concurso de beleza em Sarajevo, o “Miss Sarajevo”, que acabou sendo usado como forma de protesto. As candidatas carregavam faixas com frases como “não deixem eles nos matarem” e “vocês querem mesmo nos matar?”. Como forma de ajudar as crianças órfãs da guerra, a banda U2, juntamente com o cantor Luciano Pavarotti, lançou a música “Miss Sarajevo“, baseada nesse evento.

Brasileiros com permanência inferior a 90 dias não precisam de visto para entrar no país.

Não existem vôos direto do Brasil para a Bósnia.

Fotos: Embassy of Bosnia and Hezergovina

 

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