Wanderlust #12 Butão

Na semana passada, falamos sobre o Liechtenstein, um pequeno principado europeu entre a Áustria e a Suiça, cercado pelos alpes. Hoje, voltamos para a Ásia e o destino escolhido é esse país não muito procurado pelos turistas brasileiros: o Butão, que fica bem lá no sul do continente.

Apesar de ser pequeno, o país reserva curiosidades incríveis e paisagens de tirar o fôlego. Por não ter uma infra-estrutura adequada, o país é bem rígido em relação aos turistas e não são todos que conseguem entrar, o que acaba fazendo do país um dos mais isolados do mundo, motivo pelo qual muitos acabam desistindo dele, ou mesmo perdendo o interesse, o que não é o nosso caso! Temos esperanças de um dia conseguirmos estar por lá!

CURIOSIDADES

Capital: Thimbu

Língua: butanês (Dzongkha)

Moeda: Ngultrum (BTN) e Rúpia Indiana (INR)

Área: 38.394 km²

População: 753.947 (2013)

O país fica no extremo leste dos Himalaias.

O nome oficial do país é Reino do Butão e seu regime governamental é monarquia constitucional desde 1998, onde pela primeira vez no país foram admitidas as eleições. Antes disso, a monarquia era absoluta. O rei atual é Jigme Khesar Namgyal Wangchuck e o primeiro ministro é Tshering Tobgay.

O Butão faz divisa com apenas dois países: a China e a Índia.

O Butão é considerado o país mais feliz da Ásia e sempre está nas primeiras colocações dos países mais felizes do mundo.

A maioria da população é budista, mas no país também há hinduístas.

Como já citamos acima, não é fácil conseguir entrar no Butão, já que o visto só pode ser concedido por agências de viagens dentro do país. Uma vez adquirido o visto, um guia acompanhará o turista em todas as suas saídas (mais ou menos parecido com a Coréia do Norte, que já falamos aqui).

Não existem hostels ou albergues no país, portanto, os únicos lugares disponíveis são hotéis com no mínimo três estrelas.

Não existem vôos diretos do Brasil para o Butão, então, é necessário fazer uma escala até a Índia, ou a Tailândia e de lá seguir até o país. A companhia aérea que vai até lá é a Drukair.

No Butão não há indústrias, portanto, a base econômica é a agricultura, a energia (hidroelétrica) e o turismo.

No Butão existe o FIB: Felicidade Interna Bruta, um indicador sistêmico desenvolvido no país, onde o cálculo das riquezas devem considerar outros aspectos além do desenvolvimento econômico, como a conservação do meio ambiente e a qualidade de vida das pessoas. Esse conceito nasceu em 1972 e desde então atraiu a atenção do resto do mundo. Esse indicador se baseia na premissa de que o objetivo principal de uma sociedade não deveria ser somente o crescimento econômico, mas a integração do desenvolvimento material com o psicológico, bem como o cultural com o espiritual e todos em harmonia com o planeta. O indicador possui nove dimensões: bem estar psicológico, saúde, uso do tempo, vitalidade comunitária, educação, cultura, meio ambiente, governança e padrão de vida. Para mais detalhes, acesse a página oficial do FIB.

No Butão, é proibido fumar cigarros. Em compensação, é permitido fumar maconha, mas não na rua, somente em casa.

Há desenhos e esculturas de pênis espalhados pelas paredes em todo o país. O pênis, para a cultura local é sinônimo de prosperidade e, segundo a tradição, afasta os maus espíritos, além de ser símbolo de boa sorte e fertilidade.

O nome do país, em butanês, significa “terra do dragão”.

E, como sempre, imagens para provar porque queremos tanto conhecer esse país:

Fotos: 1. Blessed Bhutan 2. BBC 3. ISE 4. Bhutan Bhutan Travel 5. punkufer.hr 6. blirk.net 7. Whereislarry.com 8. Bhutan Travelers 9. El Periodico 10. Yesilist 11. Ploetz.com.ar 12. R7 13. Wikipedia

 

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Ásia,Destaques,Dicas,Wanderlust Bruna Sturzbecher 27 abr 2015

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